Refletindo sobre as concepções matemáticas e suas implicações para o ensino diante do ponto de vista dos alunos Ivete Maria Baraldi RESUMO Neste artigo, reflete-se sobre as concepções matemáticas e suas implicações para o ensino diante do ponto de vista dos alunos. Para isso, é utilizado o estudo bibliográfico para a teorização e para a análise de entrevistas. Sem a pretensão de esgotar o assunto, discute-se as concepções: pitagórica, platônica, absolutista e falibilista. Tal discussão permite concluir que, no processo de ensino e aprendizagem de Matemática, do ensino fundamental ao superior, deve-se refletir, rever e, se possível, reconstruir a visão dos alunos sobre a Matemática, com o intuito de viabilizar um coerente delineamento e possibilitar, assim, uma boa incursão escolar no estudo do corpo matemático de conhecimento.
Refletindo sobre as concepções matemáticas e suas
implicações para o ensino diante do ponto de vista dos alunos
Ivete Maria Baraldi
RESUMO
Neste artigo, reflete-se sobre as concepções matemáticas e
suas implicações para o ensino diante do ponto de vista dos alunos. Para isso,
é utilizado o estudo bibliográfico para a teorização e para a análise de
entrevistas. Sem a pretensão de esgotar o assunto, discute-se as concepções:
pitagórica, platônica, absolutista e falibilista. Tal discussão permite
concluir que, no processo de ensino e aprendizagem de Matemática, do ensino
fundamental ao superior, deve-se refletir, rever e, se possível, reconstruir a
visão dos alunos sobre a Matemática, com o intuito de viabilizar um coerente
delineamento e possibilitar, assim, uma boa incursão escolar no estudo do corpo
matemático de conhecimento.
Para acessar o texto completo clique no link: Refletindo sobre as concepções matemáticas e suas implicações para o ensino diante do ponto de vista dos alunosLeitura complementar:
Concepções dos Professores de Matemática e Processos de Formação
João Pedro da Ponte
Resumo
O interesse pelo estudo das concepções dos professores, tal como aliás pelo estudo das concepções de outros profissionais e de outros grupos humanos, baseia-se no pressuposto de que existe um substracto conceptual que joga um papel determinante no pensamento e na acção. Este substracto é de uma natureza diferente dos conceitos específicos – não diz respeito a objectos ou acções bem determinadas, mas antes constitui uma forma de os organizar, de ver o mundo, de pensar. Não se reduz aos aspectos mais imediatamente observáveis do comportamento e não se revela com facilidade – nem aos outros nem a nós mesmos. Os professores de Matemática são os responsáveis pela organização das experiências de aprendizagem dos alunos. Estão, pois, num lugar chave para influenciar as suas concepções. Como vêem eles próprios a Matemática e o modo como se aprende Matemática? Qual a relação entre as suas concepções e as dos seus alunos? Que sentido faz falar de concepções, distinguindo-as de outros elementos do conhecimento, como por exemplo, das crenças? Qual a relação entre as concepções e as práticas? Qual a dinâmica das concepções, ou seja, como é que estas se formam e como é que mudam? Qual o papel que nestas mudanças podem ter os processos de formação?
Para acessar o arquivo completo clique no link: Concepções dos Professores de Matemática e Processos de Formação
Comentários
Postar um comentário